Indo direto ao ponto, a Comic-con desse ano deu aos fãs de Dexter mais um motivo pra morrer de ansiedade: o primeiro trailer da próxima temporada. Chequiraut:
“Rita’s inside. It was me.” OMFG. O que dá pra entender pelo trailer e pelo que foi dito no painel da série durante o evento é que, basicamente, Dexter vai assumir a culpa do assassinato, mas Quinn vai desconfiar dessa confissão e tentar forçar o grupo de Homicídios a estudar mais o caso. Deb, que tava muito perto de descobrir sobre o passado do irmão no final da quarta temporada, vai passar um tempo desligada desse assunto e focada em ajudar Dexter com suas novas responsabilidades. De qualquer forma, mais tenso do que o trailer, pra mim, foi esse teaser:
Minha cabeça vai explodir no dia em que essa temporada estrear, sério. Cês também tão com essa impressão? Ainda tem a família do Trinity pra dar nos dentes, o nome Kyle Butler pairando no ar, o fato de Dexter estar ocupado matando o Trinity na noite do assassinato dela… Porra, Dexter, o que você foi fazer? x_x
Vocês devem conhecer os flash mobs, certo? Mobilizações-relâmpago, geralmente temáticas, que acontecem em lugares inusitados e envolvem várias pessoas, sem que quem tá em volta saiba que aquilo vai acontecer. Pois então. O norte-americano Charlie Todd criou o Improv Everywhere, responsável por algo parecido com flash mobs, dois anos antes do primeiro destes acontecer. De acordo com a descrição dada pelo próprio site do Improv, seus eventos têm a função de “causar cenas de caos e alegria” em lugares públicos. Desde 2001 eles criam cenas e situações bizarras pra acontecer nas ruas de Nova York, e contam com centenas de colaboradores. Já foram mais de 100 missões (como eles costumam chamar os atos), das quais vi mais de 30 e fiz um top 5 com as mais interessantes pra vocês conhecerem os caras (deixei a melhor pro final, porque é muito foda).
1 – Where’s Rob?
Um dos agentes do Improv fingiu estar perdido durante um jogo do Knicks, rodando pelo estádio com uma cara de perdido, enquanto outro agente gritava de seu lugar para que ele (chamado de Rob, na missão) o achasse. Todo mundo que tava em volta acreditou no que tava acontecendo e se juntou pra trazer Rob de volta ao seu amigo.
2 – Human Mirror
Esse consiste basicamente em encher um metrô com gêmeos idênticos um na frente do outro, pra perturbar a cabeça de quem entrasse por lá.
3 – Star Wars Subway Car
Essa foi a missão mais recente deles: recriar a cena do primeiro encontro da Princesa Leia com Darth Vader, dentro de um metrô nova-iorquino. Eles distribuíram os agentes pela estação, criando o timing perfeito pra que a cena ficasse parecida. Saca só:
4 – The Moebius
“Há a teoria do moebius. Uma mudança na feitura do espaço, em que tempo se transforma em um loop de onde não há escapatória. Quando atingimos esse ponto, o que tiver acontecido acontecerá novamente”. Baseado nessa teoria, cuja explicação foi retirada por eles de um episódio de Star Trek, o Improv juntou sete de seus agentes para repetirem meticulosamente uma seqüência de cinco minutos de ações pré-estabelecidas, em um Starbucks. O resultado foi confusão mental por parte do dono, empregados e quem mais tivesse passado muito tempo no local, que se divertiram após se ligarem no que tava acontecendo.
5 – The Mp3 Experiment
Esse renderia um post só pra ele, até porque ele é tão grande e deu tão certo que se transformou num projeto do Improv Everywhere e acontece anualmente. Funciona assim: eles colocam um arquivo de mp3 pras pessoas baixarem e colocarem nos seus players. Todos sincronizam seus relógios de acordo com o do site e se reúnem em uma área selecionada, como um parque. No momento indicado, todos dão play e vão seguindo os passos ditados pela voz que os guia no mp3. O resultado é centenas de pessoas fazendo coisas ridículas e sincronizadas, mas que parecem altamente aleatórias pra quem vê de fora. O experimento repercutiu na mídia e já foi até levado pra outros países, como Austrália e Alemanha. Esse do vídeo foi o sexto, que aconteceu ano passado em Nova York e teve a participação de mais de duas mil pessoas:
Imbecil, mas divertido pra caralho, foi a conclusão a que eu cheguei, hahaha. O Improv Everywhere já tem livro, DVDs (esgotados, inclusive) e camisetas, além de um super futuro pela frente. Há outras missões no site deles, com detalhes do making-of disponíveis, e você pode se inscrever no canal deles no Youtube ou no e-mail pra ficar sabendo das novidades. Missões super bem organizadas de caos alegre. Lucky you, New York!
Se tem uma coisa que me incomoda é VJ que sai da MTV pra tentar a vida em outro canal. São raros os que dão certo, a maioria sobrevive muito pouco fora de lá. Agora, o que eu não consigo entender é gente que repete os erros. O Mion tava ótimo lá no Piores Clipes, fazia todo mundo rir, era um dos melhores programas na MTV. Aí achou que sair de lá e ir pra Band era uma idéia brilhante. Resultado: alguém lembra do programa dele na Band? E lá vai ele de volta pra MTV. Podia ficar lá de boa, mas não, lá foi ele pra Record (logo onde) tentar a sorte de novo, e o que deu? FAIL.
Ele prometeu um programa revolucionário, com humor do bem, diferente de tudo o que já tinhamos visto, que iria mudar o humor da tv brasileira. E o que vimos? Uma cópia descarada de programas de humor já existentes, um mix (BEM) piorado de CQC + Pânico. Mesmos quadros, mesmas piadas, até uma ex-BBB gostosona tem lá. O fim da picada pra mim foi o quadro das modelos tirando a roupa num bar quando o Brasil fazia um gol. A rede Record foi questionada quanto à presença de crianças no bar. A resposta? Elas não apareceram no vídeo. Ah, então tá.
E o Mion ainda levou uma leva de gente da MTV com ele pra lá, que também perdeu toda a graça e identidade. Quer dizer, como imaginar Hermes e Renato fora da MTV? Ou João Gordo sem falar palavrões? O que essa galera custa a entender é que tem certas coisas que não dão certo fora da linguagem da MTV. Agora resta ver quanto tempo o Mion demora pra voltar pra lá dessa vez.
Mulher inteligente não tem vaidade. Mulher vaidosa demais não é inteligente. Atire o primeiro vidrinho de esmalte a mulher que nunca ouviu essas frases alguma vez na vida. Eu mesma passei boa parte da vida achando que as duas coisas jamais poderiam ser misturadas, e como na minha cabeça, ser inteligente era mais importante (ainda é), eu evitava me arrumar, usar as coisas que eu queria, chamar atenção, porque “ó meu Deus, ninguém vai me levar a sério”. ESQUECE, amiga.
É engraçado esse tipo de rótulo que a sociedade cria. Ao mesmo tempo que te condena por se preocupar com a sua aparência, te olha torto por você ter 30 hidratantes no armário ou trocar de esmalte a cada dois dias, te exige exatamente isso. Sim, porque você pode ser o novo Einstein, mas mesmo assim, a empresa exige que você tenha uma boa aparência. Confuso, não?
Depois que abri o blog, consegui reparar isso de forma clara até na internet, onde supostamente as pessoas têm uma mente mais aberta, etc e tal. Uns meses atrás recebi um email de uma pessoa que me seguia no twitter, dizendo que teve duas imagens completamente diferentes de mim por causa de dois textos. Não vou reproduzir o email, mas basicamente disse que o primeiro texto meu que leu foi uma comparação de cor de esmalte e de cara me achou uma desmiolada, até ler um texto meus sobre mídia dias depois no blog de uma amiga, e me achou “super inteligente”, e não entendeu como eu consegui escrever sobre coisas tão opostas.
Gente, como assim? As mulheres lutaram anos pra ter os direitos reconhecidos, queimaram sutiãs em praça pública (ó o disperdício, gente!) e agora não podem simplesmente ter interesse em filosofia e moda ao mesmo tempo? Juro que fico confusa. Conheço MONTES de mulheres que por terem blogs focados somente em moda ou beleza são consideradas fúteis e são atacadas nos comentários dos respectivos blogs por serem ocas, vazias, etc, quando na verdade são mulheres inteligentíssimas e competentes no que fazem, dentro do blog ou fora. Trabalhando com isso ou não.
Conselho? Você pode muito bem ter espaço na sua bolsa pro seu batom e pro livro que você está lendo, o texto que está escrevendo ou seu relatório de trabalho. Uma coisa não exclui a outra, e garanto que balancear as duas coisas não diminiu nenhum pontinho do seu QI.
Uma das melhores partes de se ter um seriado preferido é cantar sua musiquinha de abertura na hora em que ele começa, né? Você pode até nem lembrar dos episódios direito, mas a abertura fica na sua cabeça pra sempre. Sabendo disso, o sueco Fredrik Larsson, mais conhecido no Youtube como Fredde Gredde, fez um medley com várias músicas de seriados, dos mais novos aos antigos:
Gente bonita e talentosa, ficou muito bom. Califooooooornia, here we coooooooome!