The other social network
February 18, 2011 às 14:07
Todo mundo sabe que o Facebook é um sucesso, que o Mark Zuckerberg ficou bilionário, e que foi feito um filme recentemente sobre essa história, que também fez sucesso, A Rede Social. E várias paródias foram feitas também, mas uma em especial é bem bacana.
Lembra do My Space? Aquela outra rede social que chegou a fazer um certo sucesso uns anos atrás, mas caiu no limbo do esquecimento com o crescimento do Facebook? Então, nessa paródia, o Tom Anderson (co-fundador do My Space, e que você tinha como amigo na sua lista) tenta convencer o David Fincher (diretor de A Rede Social) a fazer um filme sobre o My Space, alegando que ele é um cara que se mantém longe das polêmicas, é um bom filho, etc. Caso esses não sejam argumentos suficientes, ele ainda diz que o My Space vale 1,2 milhões de dólares.
E aÃ, será que esse levaria o Oscar?
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“A copy of a copy of a copy”
February 5, 2011 às 21:53
Criação requer influência: essa é a premissa da série de vÃdeos Everything Is A Remix. Inteiramente produzida pelo nova-iorquino Kirby Ferguson, é formada por quatro vÃdeos, dois dos quais já foram lançados e podem ser encontrados no Vimeo ou, é claro, neste post.
A proposta do projeto é mostrar o fenômeno dos remixes na arte, e como tudo acaba sendo uma forma de cópia – que também será copiada. A primeira parte fala de música, diferenciando remixes, samples, mash-ups e covers, com foco nas músicas do Led Zeppelin e na teoria de que eles eram farsantes.
Já a segunda, sobre cinema, aponta uma estatÃstica que já era de se esperar, mas não deixa de ser espantosa: dos filmes mais rentáveis da última década, 74% são seqüências, remakes ou adaptações, e o resto também não é exatamente original. O vÃdeo mostra inúmeros exemplos, focando em Star Wars e explicando como os filmes sempre acabam se repetindo dentro de seus gêneros.
Vejam ambos até o final, para além dos créditos, especialmente esse segundo, que só então fala de Quentin Tarantino. Há também um vÃdeo extra que trata mais profundamente das referências que podem ser encontradas em Kill Bill e na filmografia de Tarantino como um todo.
Informativo, rápido e divertido, basta acompanhar o site do projeto para ver as próximas duas partes, que saem ainda esse ano.
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Da Timidez
November 5, 2010 às 23:19
Tem gente que é tÃmida quando criança, quando adolescente, e tem gente que vai ser assim pra sempre. Geralmente, a gente aprende com a vida que isso não leva a nada, ou aprende a fingir que não se é tÃmido, que sabe enfrentar as situações, quando na verdade é só mais uma tática para não ser notado. O vÃdeo do francês Pierre-Axel, Le Syndrome du Timide, ou A SÃndrome do TÃmido, tenta explicar um pouco do mundo dessas pessoas que têm medo de se mostrar pro mundo. É bem legal, com legendas em inglês (Como na versão embed não aparece a opção das legendas, cliquem duas vezes no centro do vÃdeo pra verem direto do Youtube. Só clicar no “cc” pras legendas aparecerem lá):
Cenas como a em que o tÃmido tenta desesperadamente pensar em uma resposta, mas acaba complicando tudo, e a em que ele age como se tivesse sendo constantemente observado, mostram como ser tÃmido é aflitivo. Como diz o vÃdeo, só sendo tÃmido pra entender uma pessoa tÃmida. Mas eu digo tÃmido de verdade, não como a maioria das pessoas, que têm apenas momentos de timidez. Quando você não o é, facilmente caracteriza o outro como paranóico, neurótico, louco. Discordo do vÃdeo apenas quando ele mostra o tÃmido como uma pessoa desinteressante, sem personalidade. Quando você tá construindo a sua, tudo bem, mas não acho que personalidade forte seja sinônimo de extroversão. MuitÃssimo pelo contrário. As pessoas que mais falam são as mais babacas, já perceberam? Sim, timidez tem um pouco de paranóia, neurose e loucura, mas também traz mistério, curiosidade e ardilosidade. Vive le timide!
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Clonando Jared Leto
October 8, 2010 às 8:14
Vamo ver se vocês reconhecem essa pessoa:

Jared Leto? Nananinanão. Essa é Helena, uma russa fã de cosplay. Ela tem como hobby esse tipo de transformação e, cara, essa do Jared ficou assustadora. Helena postou no Youtube um vÃdeo dela fazendo a maquiagem que a fez ficar tão igual ao cara, e ele já tá entre os mais vistos do site. Não é à toa. Olha como o processo foi detalhado, inteligente (a barba, por exemplo, foi feita usando escova de dente) e super eficiente:
WOW. Pela imagem congelada do vÃdeo já dava pra notar como ficou parecido, assim então… E você achando que sabia se maquiar.
Os novos idiotas
September 18, 2010 às 21:37
Ah, os hipsters. Gente que é uma mistura de emo e indie, roupas vintage estilizadas, Starbucks, Mac, cigarro, óculos sem lente, fone enorme no ouvido tocando as músicas mais desconhecidas possÃveis. Tudo aquilo que é considerado cool, urbano, contra-cultura, em um estilo só. Estilo, aquela coisa que quase sempre substitui quem tem preguiça de criar personalidade.

Aaaanyway, o objetivo do post é mostrar pra vocês uma música, a Being a Dickhead’s Cool. Desafio alguém a assistir ao clipezinho dela e não achar que isso de ser hipster é babaquice. Tudo bem você passar por isso quando é mais novo, mas hoje em dia isso rola com gente de vinte a trinta anos, que já deveriam saber ver se o que eles tão fazendo realmente choca ou muda a sociedade.
Outro vÃdeo legal é esse abaixo, em que um cara sai à s ruas de Hollywood e pergunta a hipsters (facilmente) encontrados se eles se consideram como tal. Adivinha qual foi o resultado.
Pois é, ninguém admite. Porque o que faz você virar hipster, emo, indie, produto de qualquer rótulo, é a vontade de ser diferente, e perceber que você é só mais um dos milhares diferentes dá uma vergonha por perceber que não faz sentido. Hoje em dia, ser diferente é ser normal. Podem testar.
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