Camisinha também pode ser divertida!
February 11, 2010 às 23:10
por: Denny | arquivado em: diversão, sexo

Oi, estou me sentindo festiva.

Navegando pelo site da IG me deparei com uma seleção de “camisinhas pro carnaval”. Resolvi compartilhar. Just for fun.

Camisinhas da Prudence que, além de supercoloridas, também tem sabores de maracujá, chocolate, morango, menta e banana. Quase uma sobremesa.

AHEAIUH Ri horrores com essa. Obama FELIZÃO na embalagem. Disponível também na versão “Yes We Can!”. Sutileza define.

Agora, ISSO SIM é uma camisinha festiva. A embalagem, as cores berrantes em combinações ridículas… Se eu tivesse uma dessas não tirava nunca da embalagem, mó bonitinha né?

As famosas camisinhas que brilham no escuro. Coisa infame pra caralho (exatamente).

Oka, reparem nessas. Viram as bolinhas? Segundo a marca (Action) essa textura de bolinhas dá mais prazer ao casal.  Tenho medo.

“Zebrinha e jacaré estão loucos para dar uma voltinha”. HIAUHEAIUHEIAH WTF. Camisinha importada pra quem curte fazer sexo com animais – ou cogumelo. Gente, o cara tira uma camisinha dessas do bolso é pra dar crise de riso eterna, sem condições.

Gostou? Quer comprar? Bisbilhotar outras? Só passar no site Condomania.

As de bichinhos você encontra no Willy Wardrobe.




Acabei de transar!
November 16, 2009 às 20:29
por: Andrezza | arquivado em: internet, sexo

Amiga ninfomaníaca, amigo tarado, ser humano que gosta de sexo, esse post é pra você. Descobri um site chamado I Just Made Love, no qual você documenta quantas vezes, onde e com quem você transou na última semana, último mês, últimos dias…

Pra quem sai transando por aí, tem TOC ou simplesmente gosta de auto-humilhação, é perfeito! Ele possui também tabelas e mapas que analisam a freqüência e demais características do hábito sexual ao redor do planeta. Visite o site, cadastre-se e tenha seu próprio sexômetro. :D




Ferramenta Anti-estupro
October 20, 2009 às 13:55
por: Andrezza | arquivado em: polêmica, sexo

Um dos grandes medos das mulheres é o de ser estuprada, correto? Experiência traumática e asquerosa, nunca conseguimos evitá-la simplesmente através de políticas públicas, o que trouxe uma reação por parte da sul-africana Sonnet Ehlers. O resultado foi a criação do Rape-axe: uma espécie de camisinha feminina, usada como um absorvente interno, com lâminas do lado de dentro. O produto permite a penetração normalmente, porém na hora da retirada a dor é tão excruciante que o estuprador teria que dirigir-se a um hospital para tirá-lo, facilitando a sua identificação por parte da polícia. Você pode ver a demonstração gráfica aqui.

Aplaudida por alguns, criticada pela maioria, Ehlers diz ter tido a idéia após testemunhar um estupro e a vítima ter-lhe dito que gostaria de “pelo menos ter dentes lá embaixo”. As críticas se concentram na medievalidade do objeto, comparando-o aos cintos de castidade e apontando a falta de entendimento acerca do fenômeno do estupro. Além do fato de a mulher ter que usá-lo o tempo todo, já que estupro não tem hora pra acontecer, muitos dizem que o uso poderia acarretar na morte da vítima pelo estuprador, em um momento de cólera por perceber o que aconteceu. O que a criadora diz é exatamente o contrário: que o estuprador estaria tão concentrado no que aconteceu que a vítima teria chance de fugir – além de que a camisinha a protegeria de doenças venéreas e gravidez provenientes do ato.

Entendo de onde vem isso tudo. Ehlers mora no país de maior número de estupros por ano, e a impotência certamente é o aspecto mais revoltante em um estupro, mas talvez seja demais colocar a responsabilidade de defesa nas mãos das mulheres. A responsabilidade de proteger nossas vidas do ataque de outrem é do Estado, mas como exigir que as mulheres esperem sentadas por isso em um país em que o terror pela prática é constante? Também acho a idéia grotesca, torturadora, medieval, mas não culpo quem faça uso do rape-axe, é praticamente um spray de pimenta mais perigoso (até porque ele não traz danos permanentes ao estuprador, só deixa cicatrizes).

E você, o que achou da idéia? Usaria, mesmo correndo riscos?