Sim! Depois de semanas intermináveis e um suspense dramático, estamos de volta.
Depois de pouco mais de um ano de blog, quando a gente menos esperava, chegou o momento de dizer “agora vai ou racha” e como somos mulheres e mulher é um bicho teimoso mesmo, topamos a parada e resolvemos instituir uma mudança radical no blog.
Quase um extreme makeover, derrubando paredes e arrancando o povo de casa por uns dias. A equipe diminuiu, o layout deu uma mudadinha, fizemos parcerias legais e quase morremos de ansiedade.
Na verdade as mudanças ainda não terminaram, tem algumas coisinhas que precisam ser postas no lugar, alguns banners de parceria ainda não estão colocados, redimensionar os vídeos de acordo com a nova sidebar… mas a gente tava morrendo de ansiedade e não dava pra esperar mais!
A gente espera conseguir fazer um trabalho decente, que vocês gostem, e que nós demos conta do recado. Qualquer coisa, berrem aí que a gente atende.
Leitores desocupados desse país, tenho certeza de que vocês sabem o que é o Chatroulette. Pra quem não sabe, ele é um site que te coloca pra falar com outra pessoa que também esteja conectada, randomicamente escolhida, via texto e webcam. Todo mundo sabe que metade da galera que usa esse tipo de serviço, assim como Bate-Papo da Uol ou Omegle, tá a fim de putaria, mas o Chatroulette vem sendo usado muito com o objetivo de pura zoação, indo de colocar um gif engraçado em vez de real imagem de webcam, até pendurar um boneco enforcado no teto pra que o interlocutor se choque de início. Mas de todos esses truques o mais legal foi o feito pelo norte-americano Merton, que simplesmente espera a outra pessoa aparecer na webcam pra iniciar um free-style ao piano, descrevendo a pessoa, o lugar onde ela se encontra ou seus trejeitos. Achei o cara mó talentoso e engraçado, vejam por si só:
A cara dele é muito engraçada, velho, e a reação feliz da galera é muito boa, hahaha. Merton promete lançar mais vídeos do tipo em seu canal no Youtube, fique esperto quem gostou desse aí!
Essa semana o @catupiry tava alucinado pelos vídeos de um cara bizarro que sentava numa cadeira e começava a falar merda no Youtube. Fui verificar e, cara, ri demais. Numa vibe meio “Com a Palavra, Ronald Rios”, o Paulo Cezar, conhecido como PC Siqueira, fala o que vem à cabeça sobre assuntos aleatórios, que vão de sexo a tumblr. Nerd, paulista, tatuado e estrábico, a pessoa ri e se identifica facilmente com ele. Comigo, pelo menos, foi assim. E com muito mais gente, viu, já que ele foi parar no Top 100 mais vistos do Youtube, nessa semana.
Toma aqui três vídeos do cara:
Esse, pra mim, é o melhor, porque PUTAQUEPARIU quanta identificação. Ele fala de encontros casuais com pseudo-conhecidos e a ajuda das famigeradas redes sociais na procrastinação diária.
Nesse segundo, ele fala do real público-alvo do Dia dos Namorados, além de carnaval de rua, abadá e propagandas de cerveja.
Já nesse, ele aborda a relação entre nerds e sexo, além de analisar aqueles babacas que pagam de bêbado e acham que tão abafando com isso.
O canal dele, intitulado “Mas Poxa Vida”, possui poucos vídeos ainda, e aconselho vocês a assistirem a todos. Sem contar que o cara é mó simpático, responde as coisas no youtube, no twitter, tem muita vocação pra se achar estrelinha não. Agora llcença que já devem haver uns 76 novos tweets na minha timeline.
Amiga ninfomaníaca, amigo tarado, ser humano que gosta de sexo, esse post é pra você. Descobri um site chamado I Just Made Love, no qual você documenta quantas vezes, onde e com quem você transou na última semana, último mês, últimos dias…
Pra quem sai transando por aí, tem TOC ou simplesmente gosta de auto-humilhação, é perfeito! Ele possui também tabelas e mapas que analisam a freqüência e demais características do hábito sexual ao redor do planeta. Visite o site, cadastre-se e tenha seu próprio sexômetro.
Ideias interessantes já não bastam serem interessantes. E as empresas que usam a publicidade para se manter no mercado estão cada vez mais conscientes disso. Nesse mundo de guerras, desastres ambientais e problemas socioeconômicos, as campanhas publicitárias abraçam causas e não falam mais apenas de divulgar, mas também de responsabilidade social e ambiental.
As campanhas de cunho social/ambiental são sempre mais impactantes e com isso, muito mais eficientes. Se você quer fortalecer sua popular marca ou entrar no mercado com uma excelente imagem de marca, falar em responsabilidade social ou ambiental é a melhor sacada. Nada mais do que uma forma de dizer “ei, nós nos preocupamos com o mundo; nós nos preocupamos com você”. É amável. É atual. É responsável. É certeiro.
Eu, particularmente, adoro uma boa e bem feita publicidade amiga da natureza. Campanhas ou não. Podem ser ideias inovadoras nas concepções de embalagens, na distribuição de produtos, anúncios únicos, whatever. O importante é explorar a ideia green. Acho digníssimo.
A mais recente ideia inovadora foi criada pela revista Creative Review: a embalagem plástica da edição de novembro dissolve na água. O que você faz com os sacos plásticos das revistas que recebe em casa? Você chega a pensar nisso? A revista apostou nesse material hidro-degradável que não contém resíduos tóxicos para a sua embalagem plástica não agredir o meio-ambiente. Você recebe a revista, tira o plástico e faz o lixo desaparecer ralo abaixo.
Outra forma de explorar temas sociais são campanhas com a mensagem change the world (mude o mundo). Um conceito mais amplo, onde a valorização está no que se pode fazer para mudar. Mudar situações, mudar atitudes, mudar o mundo. Aqui, é necessário mais cuidado. Se não bem feito, pode soar clichê demais. Um exemplo de perfeita campanha desse tipo é a nova da Volkswagen européia, lançada há algumas semanas. A campanha se chama The Fun Theory – teoria da diversão. O conceito é simples: acreditar que um pouco de diversão é a maneira mais fácil de mudar o comportamento das pessoas para melhor. E assim, mudar o mundo para melhor.
A campanha trabalha em cima de vídeos virais, que provavelmente já devem ter chegado ao conhecimento de vocês. São três vídeos, lançados um de cada vez, cada um com uma ideia inovadora de mudar as atitudes das pessoas em relação a determinadas situações. O primeiro, para mim, é o mais criativo. Nele, o objetivo era fazer com que as pessoas passassem a usar mais a escada, e não a escada rolante de uma estação de metrô – tudo em nome da saúde, claro.
A Volkswagen criou, então, uma “escada piano”. Com sensores nos degraus, eles vão tocando uma nota musical na medida em que a pessoa vai subindo. Vai dizer que isso não é divertido?
Qual foi o resultado? 66% das pessoas passaram a subir pela escada normal ao invés da escada rolante, só para ouvir o som criado por seus passos. Se eu estivesse em um dia não tão legal, passasse por aquele lugar que passo todos os dias, e encontrasse uma escada dessas, alegraria meu dia. Duvido que não colocaria um sorriso no seu rosto, também.
Os outros vídeos virais você pode ver no site da campanha The Fun Theory. Um é a criação de uma lixeira de “600 metros de profundidade”, o outro a criação de um fliperama para incentivar a reciclagem. Ah! Vale lembrar também que a campanha não para por aí. Está rolando, também no site, um concurso com o mesmo objetivo: mostrar como você pode ajudar a mudar comportamentos, na área que você desejar. O princípio é o mesmo dos vídeos virais: diversão e utilidade.
Os internautas inscritos no concurso podem mandar seus vídeos até o dia 15 de novembro, concorrendo a um prêmio de 2500 Euros. As melhores iniciativas também serão publicadas na internet. Interessado? Corre lá!