Sex And The City II
May 30, 2010 às 11:51
CONTÉM SPOILER!
“Mulher em cinema sozinha, senta ao lado de mulher sozinha …†e se falam sobre esmalte, ankle boot, bolsas, jóias; elas só podem estar esperando pela estréia de um filme: Sex and the city 2! As melhores companhias do mundo pro segundo filme de uma das minhas séries favoritas foram garotas desconhecidas que já estavam aflitas graças à espera.
A segunda adaptação da série finalmente chegou aos cinemas brasileiros. Passados dois anos após o casamento, Carrie (Sarah Jessica Parker) volta cheia de questionamentos, tentando fugir do marasmo que foi criado no seu relacionamento com o Mr. Big e tendo mais uma das suas crises de identidade (fico imaginando como deve ser difÃcil ter aquele closet, aquela cobertura em NYC, ficar escrevendo livros enquanto toma um café da Starbucks, e todas aquelas super festas regadas a champagne… é, realmente deve ser muito difÃcil.), Charlotte (Kristin Davis) enfrentando as dificuldades de ser mãe de duas filhas (uma delas, a Lily, é muito Suri Cruise!) e sem conseguir desabafar com as amigas, por ter vergonha de parecer um fracasso; Miranda (Cynthia Nixon) enfrentando uma crise no emprego e Samantha (Kim Cattrall) lutando contra o envelhecimento.
Durante a pré-estréia do filme de um ex-cliente (e ex-peguete) de Samantha, a loira descola com um shake uma semana em Abu Dhabi, nos Emirados Ãrabes, pra ela e as amigas. Imaginem o nÃvel da viagem de gente rica? Puro luxo! Vários temas do universo feminino são discutidos, como a maternidade, traição, as diferenças culturais, a figura da mulher numa sociedade machista e outros.
Daà vem a parte que mais adoramos; lógico que desde o começo o filme é pura moda, mas as cenas no deserto, melhor, no Oriente médio, são as minhas favoritas. Todo mundo sabe que a série dita o que estará na moda. Então, garotas, preparem-se! O filme é recheado de cores, muitas cores, maxi-colares, brincos e-nor-mes, pulseiras gigantes, unhas com cores intensas (fiquem de olho nas da Samantha, arrasou!!), broches, macacões, cintos marcando, acessórios nos cabelos… Porém cuidado: é claro que tem coisas que SÓ a Carrie (mais linda e fashion do que nunca) pode usar, né? Como o vestido de estampa de jornal e o chapéu gigantesco pro vôo. Alguém me dá aquele Louboutin da primeira cena, que ela usou com o vestido branco? Lembram do colar “Carrieâ€? Que hoje faz o maior sucesso, mas metade das garotas acham que surgiu com a novela? Ela o abandonou. Esperem pra começar o uso massivo de meia-lua e trevo por aÃ!
Momentos que adorei: A Liza Minnelli cantando Single Ladies no casamento de Sanford e Anthony (quem diria que ELES ficariam juntos?)
Elas cantando “I Am Woman†num bar de Abu Dhabi
E a Samantha no seu momento feminismo power em pleno mercado.
Muito bom ter a antiga Samantha de volta, já que no primeiro filme ela fugiu tanto da personagem (minha opinião!). Nesse, ela é praticamente a protagonista do filme. Bom também rever a Miranda, que andava tão “mãe-advogada-rabujentaâ€. Não vão esperando encontrar algo de espetacular no cinema, nem um super enredo, porque no fim, vão mesmo é pra assistir mais um dos episódio da série.
“O” Destino Final
February 25, 2010 às 21:09
Eu tinha uns 12 anos quando saiu o primeiro filme da saga Premonição, e foi amor à primeira vista, tanto pelo filme quanto pelo ator que fazia o protagonista Alex, Devon Sawa. Só sei que eu alugava o bendito toda semana, pedi o pôster na locadora e colei na porta do meu quarto, eu era alucinada pelo filme. O 2 e o 3 eu até curti, mas não tanto quanto o primeiro, porque let’s face it, são rarÃssimas as continuações que são tão boas/melhores do que o original, como eles são contrários a tecnologias como partypoker.com português e consoles de jogos que não melhoram com o tempo. E eis que 10 anos depois do primeiro, a saga chega ao quarto filme (e último?) e dessa vez com a tecnologia do momento, 3D, e eu fiz questão de ver.
Durante uma corrida de carros o jovem Nick O’Bannon tem um premonição. Assim que lhe é revelada, ele avisa com antecedência aos seus amigos que estão com ele, para que saiam do autódromo. O acidente acontece, e uma bola de fogo sai pelo portão de saÃda. Como todos os filmes da franquia Premonição, a morte vai segui-los, matando-os um a um, por intermédio da premonição de Nick.
Eu não vi o filme em 3D porque não tinha no horário e também só tinha dublado (eu tenho aversão a filmes dublados), então vi normal mesmo. Na maior parte do filme até que deu na mesma, só senti mais falta do 3D em algumas premonições, deve ter ficado muito foda.
O filme não é ruim. É que todos os filmes dessa saga seguem a mesma sinopse, a única coisa que muda são as circunstâncias do acidente principal. E depois de 3 filmes, é meio que de se esperar que a criatividade pra mortes vá ficando mais escassa, porque são MUITAS mortes a cada filme. O que eu curti foram as premonições em si, que foram feitas basicamente pro 3D, então a tecnologia está mais presente. E o acidente na corrida de carros foi muito bem feito.
O que eu acho que se perdeu foi a ligação entre os filmes. Tudo bem que alguns elementos do original estão lá, como os “180†espalhados pelo filme (pra quem não lembra, o número do vôo do primeiro filme) e que se tornou meio que um dos Ãcones da saga. Mas uma das coisas que eu mais curti nos 2 primeiros foi a forte ligação entre eles (quem assistiu sabe do que eu estou falando), e isso não existiu mais nos 2 últimos, seria muito legal se isso fosse mantido.
Enfim, minha preferência segue a ordem dos filmes, esse foi o que eu achei mais fraco, o que salva mesmo é o 3D. Uma curiosidade é que o roteiro original desse filme era um naufrágio, fico pensando se não teria sido mais legal. Quem sabem não fazem um 5º ainda?
Lua Nova
November 25, 2009 às 20:39
Bom, continuando a saga de resenhas de filmes baseados em livros, chega a vez de um dos filmes mais esperados e badalados do ano, Lua Nova. Só pra esclarecer, eu gosto da série, tenho os 4 livros e já li todos umas 2 vezes. Mas não sou alucinada, não sigo a vida dos atores, nem sei direito quem namora quem e o Robert nem é meu vampiro preferido na série…. Mas mesmo assim, lá fui eu na sexta da estréia encarar fila pra ver o que tinham feito com Lua Nova (apesar desse ser o livro que eu menos curto). Muitas pessoas, horas na fila, muitas camisetas de “I Love†várias coisas, meninas chorando e gritos histéricos depois, vamos ao filme.
Em Lua Nova, Bella Swan está devastada com a partida repentina de seu amor, Edward Cullen, após um incidente durante sua festa de aniversário. Mas seu espÃrito é reanimado pela crescente amizade com o irresistÃvel Jacob Black. De repente, ela se vê atraÃda pelo mundo dos lobisomens, os inimigos ancestrais dos vampiros, e vê sua lealdade e sua verdadeira paixão sendo testadas. Quando descobre que a vida de seu grande amor está em perigo, parte em uma missão contra o relógio para impedir que Edward seja destruÃdo por um dos mais poderosos clãs de vampiros do mundo, os Volturi, aceitando as consequências de que ambos poderão não voltar para casa com vida.
Confesso que tinha um pouco de receio, devido a Crepúsculo, que ficou bem abaixo das expectativas… Mas o filme começa bem, Robert está lindo, como sempre. A fatÃdica cena do aniversário está ÓTIMA, Jasper com sua cara de assassino ficou perfeito. A cena do término também foi muito boa, muitas meninas devem ter chorado no cinema. Mas a Kristen, como sempre, poderia ter atuado um pouco mais, ela consegue fazer a MESMA cara em todas as situações… Reparem na cena da passagem do tempo, apesar de dar um pouco de vertigem, foi muito bem feita, gostei muito.
Agora, não tem como não comentar o Taylor Lautner. O Jacob estava todo pequeno e magro em Crepúsculo, e até vi que o Taylor quase perdeu o papel em LN por causa do corpo, pois quem leu sabe que o Jacob… cresce. Mas ele malhou, suou, e olha… valeu a pena. Só vendo o filme pra saber, não tem como colocar em palavras. Eu nem era muito fã do Jacob, mas depois desse filme… Falando em Jacob, outra coisa que merece ser citada são os lobisomens, a computação gráfica ficou ótima, a cena que Jacob se transforma em lobo é sensacional.
Outras cenas legais são a do penhasco (pena que quando a Bella é resgatada, ela faz a mesma cara de quando perdeu o Edward….), e a cena de Volterra, o Porsche amarelo está lá, a cena dos Volturi é demais, tem coisas que não estavam no livro mas deixaram a cena melhor ainda, e a Dakota Fanning está sensacional como a vilã Jane.
E o filme chega ao fim deixando algo no ar (não vou contar, claro), aquele tipo de coisa que, quando começam os créditos, todo mundo fica… “como assim????†e o que resta é esperar Eclipse, que será lançado dia 30/06/2010 (meu aniversário, btw). Ao todo, achei o filme muito bom, muito melhor que Crepúsculo, o diretor, Chris Weitz, foi uma ótima escolha. Algumas cenas foram meio estranhas, o filme é um pouco corrido (como a grande maioria das adaptações), o Kellan os outros Cullen aparecem pouco (no livro também, infelizmente), mas vale a pena ir no cinema conferir, só vá num dia calmo pra não ser pisoteado pelo Team Jacob ou Team Edward…
The Time Traveler’s Wife
October 21, 2009 às 22:31
Era uma vez um livro chamado “A mulher do viajante do tempo”, que estreou a americana Audrey Niffenegger e foi sucesso de vendas nos EUA. Um certo dia, esse livro teve seus direitos cinematográficos comprados por nada mais, nada menos que Jennifer Anniston e Brad Pitt, e resultou nisso:
A maioria dos relacionamentos tem idas e vindas, certo? Mas o caso de Henry e Clare é beeem diferente. Eles se conheceram quando ela tinha apenas 6 anos e ele fazia suas “viagens” pela vida. A pequena Clare logo se apaixona pelo bonitão e desse laço de amizade nasce uma linda história de amor. Mas Henry sofre de uma doença genética que o faz viajar no tempo, o que torna a relação um tanto conturbada. Porém, eles decidem casar e lidar com o maior problema da trama: as coisas que acontecerão no futuro da Clare já foram vividas por eles no passado do Henry.
“Te amarei para sempre” é um filme bonitinho, com uma boa fotografia que faz os românticos de plantão chorarem litros.
P.s.: Toda e qualquer semelhança com “O Curioso Caso de Benjamim Button” e “Efeito Borboleta” são mera coincidência.