Mas vamos aos shows. O festival começou no final da tarde com a banda local só de meninas Blue Sheep, um trio de adolescentes que toca hard blues e que tem tudo pra crescer, tocam bem e têm presença de palco. Saca só um trecho do show delas:
Depois veio outra banda local: Malaquias em Perigo. Devo confessar que não pude assistir ao show da banda de stoner rock, que já tem seu nome firmado em João Pessoa, e peço desculpas. Mas logo após o show deles veio o Nublado, outra promissora banda da cidade, que toca indie rock, lembra um pouco a Volver, e animou a galera. A pouca presença de palco do vocalista meio que põe a banda pra trás, mas o guitarrista e, em especial, o baterista Rayan Lins compensam. Minhas atenções durante o show ficavam quase sempre voltadas para ele, que não tinha pena do instrumento e arrasava nos backing vocals. À parte do fato de o Blue Sheep infelizmente ainda não possuir músicas na internet, Nublado foi a única banda que me fez ir atrás de conhecer mais sobre ela quando cheguei em casa.
Mas enfim, antes dessa locomoção para o Centro, ainda rolou show do Guizado, banda de rock instrumental de São Paulo, que foi meio ofuscado devido ao problema com o BDC. Eu mesma estava atrás de informações a respeito do cancelamento e acabei não prestando atenção no show deles. Então veio o show mais aguardado da noite: Mundo Livre S/A. O tecladista da banda não pôde comparecer ao show, mas Fred Zeroquatro, seu cavaquinho e o resto de sua gangue entraram no palco e, como celebração aos 15 anos de lançamento do primeiro disco da banda, o “Samba Esquema Noiseâ€, emendou clássicos que animaram todo mundo.