Quem acompanha as novidades no cinema sabe quanta expectativa rola em cima de Besouro Verde. O filme, que estreia em 2011 e foi refeito todo em 3D pra entrar na onda, é uma adaptação de uma antiga série americana sobre um super herói sem super poderes. Besouro Verde e seu ajudante Kato (na série interpretado pelo eterno Bruce Lee) combatiam o crime com engenhocas que eles guardavam dentro das roupas – sutil.
Pra deixar o gostinho do filme, foram divulgados o trailer e as primeiras imagens oficiais. O projeto que começou em 2009 tem Seth Rogen no papel do Besouro Verde. Eu sei, eu sei. A ideia de Seth Rogen interpretando o personagem principal em um filme de super herói é meio bizarra, mas vamos botar fé na coisa. Até porque depois que eu vi o trailer fiquei empolgada.
Eis o trailer (muito massa, por sinal):
Dirigido por Michel Gondry, o mesmo cara que dirigiu Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças, o filme parece ter uma boa produção, efeitos, e ainda tem umas tiradas engraçadinhas. Ah, Cameron Diaz e o fodão Christoph Waltz (o vilão, quem mais?) também estão no elenco.
“Mulher em cinema sozinha, senta ao lado de mulher sozinha …” e se falam sobre esmalte, ankle boot, bolsas, jóias; elas só podem estar esperando pela estréia de um filme: Sex and the city 2! As melhores companhias do mundo pro segundo filme de uma das minhas séries favoritas foram garotas desconhecidas que já estavam aflitas graças à espera.
A segunda adaptação da série finalmente chegou aos cinemas brasileiros. Passados dois anos após o casamento, Carrie (Sarah Jessica Parker) volta cheia de questionamentos, tentando fugir do marasmo que foi criado no seu relacionamento com o Mr. Big e tendo mais uma das suas crises de identidade (fico imaginando como deve ser difícil ter aquele closet, aquela cobertura em NYC, ficar escrevendo livros enquanto toma um café da Starbucks, e todas aquelas super festas regadas a champagne… é, realmente deve ser muito difícil.), Charlotte (Kristin Davis) enfrentando as dificuldades de ser mãe de duas filhas (uma delas, a Lily, é muito Suri Cruise!) e sem conseguir desabafar com as amigas, por ter vergonha de parecer um fracasso; Miranda (Cynthia Nixon) enfrentando uma crise no emprego e Samantha (Kim Cattrall) lutando contra o envelhecimento.
Durante a pré-estréia do filme de um ex-cliente (e ex-peguete) de Samantha, a loira descola com um shake uma semana em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, pra ela e as amigas. Imaginem o nível da viagem de gente rica? Puro luxo! Vários temas do universo feminino são discutidos, como a maternidade, traição, as diferenças culturais, a figura da mulher numa sociedade machista e outros.
Daí vem a parte que mais adoramos; lógico que desde o começo o filme é pura moda, mas as cenas no deserto, melhor, no Oriente médio, são as minhas favoritas. Todo mundo sabe que a série dita o que estará na moda. Então, garotas, preparem-se! O filme é recheado de cores, muitas cores, maxi-colares, brincos e-nor-mes, pulseiras gigantes, unhas com cores intensas (fiquem de olho nas da Samantha, arrasou!!), broches, macacões, cintos marcando, acessórios nos cabelos… Porém cuidado: é claro que tem coisas que SÓ a Carrie (mais linda e fashion do que nunca) pode usar, né? Como o vestido de estampa de jornal e o chapéu gigantesco pro vôo. Alguém me dá aquele Louboutin da primeira cena, que ela usou com o vestido branco? Lembram do colar “Carrie”? Que hoje faz o maior sucesso, mas metade das garotas acham que surgiu com a novela? Ela o abandonou. Esperem pra começar o uso massivo de meia-lua e trevo por aí!
Momentos que adorei: A Liza Minnelli cantando Single Ladies no casamento de Sanford e Anthony (quem diria que ELES ficariam juntos?)
Elas cantando “I Am Woman” num bar de Abu Dhabi
E a Samantha no seu momento feminismo power em pleno mercado.
Muito bom ter a antiga Samantha de volta, já que no primeiro filme ela fugiu tanto da personagem (minha opinião!). Nesse, ela é praticamente a protagonista do filme. Bom também rever a Miranda, que andava tão “mãe-advogada-rabujenta”. Não vão esperando encontrar algo de espetacular no cinema, nem um super enredo, porque no fim, vão mesmo é pra assistir mais um dos episódio da série.
Eu tinha uns 12 anos quando saiu o primeiro filme da saga Premonição, e foi amor à primeira vista, tanto pelo filme quanto pelo ator que fazia o protagonista Alex, Devon Sawa. Só sei que eu alugava o bendito toda semana, pedi o pôster na locadora e colei na porta do meu quarto, eu era alucinada pelo filme. O 2 e o 3 eu até curti, mas não tanto quanto o primeiro, porque let’s face it, são raríssimas as continuações que são tão boas/melhores do que o original, como eles são contrários a tecnologias como partypoker.com português e consoles de jogos que não melhoram com o tempo. E eis que 10 anos depois do primeiro, a saga chega ao quarto filme (e último?) e dessa vez com a tecnologia do momento, 3D, e eu fiz questão de ver.
Durante uma corrida de carros o jovem Nick O’Bannon tem um premonição. Assim que lhe é revelada, ele avisa com antecedência aos seus amigos que estão com ele, para que saiam do autódromo. O acidente acontece, e uma bola de fogo sai pelo portão de saída. Como todos os filmes da franquia Premonição, a morte vai segui-los, matando-os um a um, por intermédio da premonição de Nick.
Eu não vi o filme em 3D porque não tinha no horário e também só tinha dublado (eu tenho aversão a filmes dublados), então vi normal mesmo. Na maior parte do filme até que deu na mesma, só senti mais falta do 3D em algumas premonições, deve ter ficado muito foda.
O filme não é ruim. É que todos os filmes dessa saga seguem a mesma sinopse, a única coisa que muda são as circunstâncias do acidente principal. E depois de 3 filmes, é meio que de se esperar que a criatividade pra mortes vá ficando mais escassa, porque são MUITAS mortes a cada filme. O que eu curti foram as premonições em si, que foram feitas basicamente pro 3D, então a tecnologia está mais presente. E o acidente na corrida de carros foi muito bem feito.
O que eu acho que se perdeu foi a ligação entre os filmes. Tudo bem que alguns elementos do original estão lá, como os “180” espalhados pelo filme (pra quem não lembra, o número do vôo do primeiro filme) e que se tornou meio que um dos ícones da saga. Mas uma das coisas que eu mais curti nos 2 primeiros foi a forte ligação entre eles (quem assistiu sabe do que eu estou falando), e isso não existiu mais nos 2 últimos, seria muito legal se isso fosse mantido.
Enfim, minha preferência segue a ordem dos filmes, esse foi o que eu achei mais fraco, o que salva mesmo é o 3D. Uma curiosidade é que o roteiro original desse filme era um naufrágio, fico pensando se não teria sido mais legal. Quem sabem não fazem um 5º ainda?
Zooey Deschanel e Joseph Gordon-Levitt, estrelas do filme “(500) Dias Com Ela”, no qual interpretam Summer e Tom, um casal não necessariamente apaixonado, fizeram um cinemash (recriação de uma cena de cinema) hilário que já tá bombando por aí. No vídeo eles aparecem como Sid Vicious e Nancy Spungen, baixista do Sex Pistols e sua respectiva namorada, casal cuja relação perturbada marcou a história do Punk. Ao comparar esses dois ao casal do filme, com Joseph fazendo a mulherzinha dramática e Zooey sem economizar nos palavrões com sotaque inglês, o vídeo não tinha como ficar ruim:
Pra quem não sabe, Nancy morreu com uma facada na barriga, que nunca foi bem explicada.
“We’ve been like Tom and Summer for months now”. Genial.
Foi anunciado, para temor dos fãs mais xiitas, um remake do clááássico filme Karatê Kid. Aquele com o Sr Miyagi e o Daniel Larusso, vocês lembram. Só que, com a morte do Pat Morita e o passar do tempo refletido no Ralph Macchio, os atores do remake obviamente serão outros: Jackie Chan e Jaden Smith. O Jaden é o filho do Will Smith, que anda dando os primeiros passos em Hollywood e entrará no papel de aprendiz sobre o qual fala o filme.
De primeira, você deve saber que o clima do remake será bem diferente. Ele se passará na China, os nomes dos personagens serão outros (Sr Han e Dre Parker), e o “Daniel” dessa vez será BEM mais novo, o que prejudica a existência de um romance (crível) na trama. Acho meio bizarro colocarem um ator tão novo (11 anos de idade) pra interpretar o papel. Intenções, jabás, contatos, etc, hollywoodianos à parte, acho que seria muito mais interessante colocar o personagem como um adolescente, evitando trazer um aspecto muito infantil para o filme. Sem contar que essa criatura nem força pra treinar com o mestre deve ter, vamo combinar. O filme está previsto para estrear no Brasil no dia 13 de agosto, e já teve seu trailer liberado:
Melhor do que eu esperava, mas ainda tô com o pé atrás. Se você analisa Karatê Kid sem levar a memória afetiva em consideração, o risco dele virar algo tosco e só-mais-um-filme-sobre-motivação é grande. Mas com o Jackie Chan e o histórico que o filme representa, aposto que será um sucesso de bilheteria… basta saber se de crítica também.
o blog deve voltar à ativa em poucos dias, com uma ou outra mudança. :) .:ver:. 2010/08/30
cada uma via o blog de uma maneira e, assim, resolvemos separar a equipe. toda sorte a luh, no blog novo, e a nós, virando-nos sozinhas. .:ver:. 2010/08/30
RT @luhtestoni: ..*pausa pra não choramingar*. Por isso agora eu escrevo sozinha aqui: http://bit.ly/cqnif2 . Leiam, briguem comigo, sei ... .:ver:. 2010/08/30
RT @luhtestoni: ...pintar e bordar como bem entendo. Depois de MUITA consideração e uma dor no coração IMENSA, resolvi sair e criar um e ... .:ver:. 2010/08/30