Dois posts num dia, olha que bonita! Eu nem ia postar mais nada hoje, mas como consegui pegar os produtos que comprei no CARNAVAL (não me batam), achei que dava tempo de fazer um teste pra vocês.
Então, eu ouvia bastante falar dos produtos da Sally Hansen, mas nunca caía nenhum na minha mão pra eu testar, até que minha amiga @katiajujuba me deu a dica e eu consegui fazer uma comprinha. Fucei, fucei e fucei no site até achar um gloss que tem cor de nada com coisa nenhuma, exatamente como eu gosto, e lá fui eu, ME JOGUEI na compra sem ter a menor ideia se o negócio era bom ou não, mas fui que fui.
Em uma frase: Se pudesse voltar atrás, tinha comprado 5 de uma vez. Eu já testei um monte de marca de gloss nessa vida, e acho que depois de 24 anos de existência achei meu favorito.
Motivo 1- Não é melequento. Tem coisa PIOR que gloss melequento?
Motivo 2- Tem brilho, mas é discreto. Nada “oi moça, tava numa festa dos anos 80, é?” Até fotografei.
Motivo 3- O pincel. Gente, o pincel é totalmente diferente dos pincéis de gloss que a gente tá acostumada a ver, até tirei uma foto pra vocês verem. Ele é chato, e não redondo como geralmente é, e talvez seja isso que influencie na passada, longe da meleca que alguns pincéis fazem.
Motivo 4- Dura!! Fazia tempo que eu não usava um gloss que durasse tanto.
Então ó, na minha humilde opinião, vale a pena o investimento, que em comparação, foi mínimo. Em reais, foi algo em torno de R$ 20,00.
Ah sim, e o toque final: Tem uma pedra de strass colado na embalagem. Mais phyno, impossível.
Segunda-feira começa tudo de novo, inclusive minha saga pra mostrar pra vocês MAIS UMA coleção de esmaltes desse inverno. Começando a sentir que essa saga não vai terminar tão cedo, se querem saber.
Depois do Penélope Charmosa, que enlouqueceu mulheres país afora, a Risqué, louquinha pra nos arrancar mais algum dinheiro, lança a coleção Jóias Místicas. Ao contrário do Penélope, cheio de rosinhas fofos e coisinhas que conquistaram tanto a sua irmãzinha de oito anos quanto a sua avó de setenta, o Jóias Místicas apostou em cores fortes, vivas e 90% escuras. O mais legal da coleção, que é composta de seis cores, é que três são cremosas e três são foscas. Eu sei, muita gente torce o nariz pro fosco, mas digo por experiência própria: é questão de costume. Garanto que se usar uma corzinha aqui, uma ali, alternando, vai acabar se apegando também.
Bora ver as cores? Vou mostrar as cremosas, depois as foscas:
Turmalina: Roxinho que lembra um pouco o Marilyn, da Impala. Pode até parecer meio sem graça no vidro, mas na unha fica ótimo.
Citrino Nude: Confesso: Ainda não consegui me apegar, talvez por já ter visto taaantos nudes ultimamente, não achei nada de muito novo. Parecidíssimo com o Cashmere da Colorama, que mostrei pra vocês semana passada.
Diamante Roxo: LINDO. O primeiro da coleção que eu pus a mão em cima, quando ganhei de aniversário (oi Keila!). Roxo bem fechado, mas ainda sim com cara de roxo. Nada daquele que tu olha e nem sabe se é roxo, preto, azul…é roxo MESMO.
Vamo lá, respira que eu vou mostrar os foscos:
Topázio Púrpura: Juro que quando eu vi na loja pensei: ” Esse povo da Risqué tá louco, é igual o Diamante Roxo!”, mas a louca aparentemente sou eu, porque na unha fica bem diferente, principalmente pela “fosquice”. Eu sei, assim como eu no começo, muita gente não gosta de fosco porque parece gasto, borrado e tal, mas tudo é questão de hábito, bora abrir essas cabeças?
Pedra Granada: Ele é tão lindo, mas tão lindo que muita gente comprou gato por lebre, vide a minha mãe que foi toda feliz na minha caixinha CRENTE que era cremoso, e a Keila de novo. Olha, se eu fosse você, eu nem ligava que ele é fosco, porque é um tom de vermelho LINDO.
Lápis Lázuli: Sabe azul caneta Bic? é esse azul. No primeiro dia, confesso que eu pus na unha já pensando em tirar, mas depois me apeguei. Quer uma coisa BEM diferente? Pega ele.
Considerações: Achei os foscos mais difíceis de limpar e tirar do que os cremosos, mas também não é nenhum fim do mundo. Todos eles duram bastante e não ficam descascando, o que é sempre um ponto positivo da Risqué.
E aí, gostou de qual? Vai encarar os foscos? Não gostou? Conta aí!
É isso aí meninas, cá estou eu pra mostrar mais uma coleção de esmaltes desse inverno que vai fazer os olhos de muitas brilharem e outras quebrarem o porquinho pra comprar tudo!
Dessa vez é a Colorama, que pra esse inverno lança a coleção Urban com 7 cores diferentes. Ao contrário da coleção Penélope, da Risqué, que eu mostrei pra vocês semana passada, a Urban tem mais cores fechadas e escuras, típicas de inverno. Dá vontade de usar tudo de uma vez, trocar de esmalte todo dia, ter sete mãos, pra usar tudo logo…
Como sempre, fiz os swatches de cada um com minhas devidas (e pessoais) impressões.
Camurça: Se tem uma coisa na qual as empresas de esmalte estão investindo nesse inverno, são os marrons. Já vi além desse Camurça, dois da Big Universo (mostro depois) e os da Impala, que ainda não chegaram na minha mão (sentiram a cantada?). O Camurça é um marrom bem fechado, quase cor de chocolate, bom pra quem ainda tá se acostumando com cores mais escuras.
Absinto: Depois daquele febre imensa que foi o Jade da Chanel meses atrás, a Colorama sai com a sua própria versão do famoso verde. Se isso fosse meses atrás, eu daria uma de Andrezza e diria “WTF? Que cor é essa, gente?”, mas depois que lançaram o Jade eu até me apeguei no verdinho. Eu não sei o da Chanel, porque eu não sou phyna o suficiente pra ter ganho ou comprado um, mas o Absinto tem um brilho bem discreto, quase como se tivesse sido passado uma cobertura transformadora por cima. (Falarei delas em breve, juro.)
Arranha Céu: Lindo, lindo, 10 vezes lindo! Um cinza beeeeem fechado mesmo, dependendo da luz é quase preto. Ao contrário do que parece, não é grosso e não precisa de mil camadas pra ficar bonito. Sabe cor de esmalte de vilã de novela? Esse aí.
Carbono: O azul mais escuro que eu já vi na minha vida. Geralmente, os azuis que estão saindo mais são azuis mais claros, como os da Big Universo, o Lápiz Lázuli, da Risqué e o Paparazzi da Impala (que eu ainda não tenho), mas esse azul me ganhou. Assim como o Arranha-céu, deve ser usando por alguma vilã de novela. Fashion, porém vilã.
Cosmopolitan: Não existe coleção de inverno sem um vermelho, né? É um vermelho bem escuro, que me lembra até um pouco o Carmin da Risqué, que aliás, é meu vermelho favorito de todos os vermelhos que eu já vi na vida. É lindo, como a coleção inteira.
Cashmere: outra coisa que virou febre, além do tão famoso verde, é o nude. Até um monte de gente que achava nude cor de velha, agora tá aí usando feliz e saltitante. Como dá pra ver na foto, é um nude bem fechado, e assim como o Absinto, tem uns brilhos suaves. Bom pra quando tu desapega e não quer usar nada que apareça muito.
Mauve Urban: Acho a cor mais difícil de definir dessa coleção. Ainda não me decidi se é um marrom puxando pra vermelho, se é meio chocolate…não sei definir, mas é lindo!
E aquela coisa, né? Como a Colorama faz sempre, são todos com um brilho lindo, fáceis de passar e nenhum drama pra tirar depois. E aí meninas, acharam o que? Gostaram mais de qual? Comenta aí!
Finalmente, mulherada!
Depois de semanas esperando agoniadinha, consegui pôr as patinhas em cima de TODA a coleção Penélope Charmosa da Risqué.Como todas vocês já devem saber, a Risqué, numa sacada de marketing que eu achei inteligente pra caramba, lançou uma linha em homenagem à fofa personagem Penélope Charmosa, quase um símbolo feminino nos cartoons. (Apesar de dirigir fodamente aquele carro rosa, ok?)
A coleção é composta de 8 esmaltes, que vão desde o renda, super clarinho (e fofo!), até o violeta, passando por vários tons de rosa. Confesso que quando eu vi os vidrinhos na prateleira, eu até fiquei meio desconfiada que eles fossem meio parecidos, mas não, são bem diferentes uns dos outros. Detalhe importante, já que tem gente que detesta: nenhum deles é fosco.
Como eu sou uma pessoa legal (pfff) fiz os swatches pra vocês verem cada um deles separadamente.
Renda Charmosa: Na primeira passada, eu admito que não dá pra ver praticamente nada, mas com duas mãos ele aparece bem, apesar de super clarinho dá pra ver. É o único da coleção que tem uns brilhos de leve.
Charminho Lilás: Faz justiça ao nome, é claro, porém longe de ser transparente. Bom pra alternar entre cores mais “cheguei”, sabe? Me lembra o Záz, da Impala, porém mais forte.
Momento Penélope: Agora as cores começam a ficar mais fortes, porém, ainda não chegou no pink. Me lembrou um pouco o Rio Doce, da Impala.
Armadilha Rosa: Pessoalmente, meu favorito. É um rosa um pouco mais fechado, um pouco mais escuro, até. Lembra vagamente (VAGAMENTE, eu disse), o Quartzo, da Ana Hickman.
Penélope Charmosa: A cor que dá nome à coleção foi a que eu achei mais forte. Até estranhei um pouco quando pintei na minha unha, e olha que isso veio de uma pessoa que já usou todas as cores do Mattefluors. =D
Atitude Pink: Vou dizer o que? É PINK mesmo, minhas amigas, muito pink.
Pink Vigarista: Além do nome ser uma graça (Dick Vigarista, oi?), ele já é algo entre o rosa e o vermelho, não tão aberto quanto os outros.
Apuro Violeta: É violeta. De rosa não tem mais nada. Achei uma versão com brilho e mais suave do Club, da linha Mattefluor da Impala. (E mais fácil de passar também)
Opinião pessoal: Gostei bastante da coleção, tanto das cores, quanto da sacada de marketing, quanto do produto em si. Fácil de passar, limpar e tirar, sem maiores dramas. Pelo que vi, em todas as lojas onde já chegou, tá entre R$ 2,00 e R$ 4,00.
Oito aliens brancos, com a boca vermelha, chegam ao planeta Terra. Eles precisam de energia para voltar ao seu planeta, Voca. Parece filme de ficção daqueles bem toscos?
Voca People
Bom, não é. O “Voca Peple” na verdade é um grupo israelense de música. A diferença? Não são utilizados instrumentos para ajudá-los,o que você ouve é o próprio som emitido por cada um. Já o show mostra que o que “falta” de acompanhamento é compensado pelo roteiro, iluminação, a participação do público e o carisma dos integrantes – elementos que fazem toda a diferença nessa experiência ao vivo. Com um repertório que vai de Bach a “Who let the dogs out”, passando por “Can’t take my eyes off of you” cantada numa voz que você vai ficar querendo ouvir mais e mais, e um cover do Michael Jackson, com direito a moonwalk, esses aliens mostram qual a mágica, a energia e a vida da música aqui do nosso planeta.
Eu fui de graça, mas tenho certeza que teria valido a pena cada centavo dos R$180,00 que estavam cobrando aqui em São Paulo pela entrada inteira no espetáculo que foi realizado no Teatro Anhembi Morumbi.
Pra quem puder, fica recomendadíssimo o Voca People, que fica aqui no Brasil até o final de maio. Depois, seguem para o Canadá, onde passam o resto do mês.
Dias 12, 13 e 14 em Porto Alegre, no Teatro SESI.
Dias 19, 20, 21 e 22 em Brasília, no Teatro Nacional.
o blog deve voltar à ativa em poucos dias, com uma ou outra mudança. :) .:ver:. 2010/08/30
cada uma via o blog de uma maneira e, assim, resolvemos separar a equipe. toda sorte a luh, no blog novo, e a nós, virando-nos sozinhas. .:ver:. 2010/08/30
RT @luhtestoni: ..*pausa pra não choramingar*. Por isso agora eu escrevo sozinha aqui: http://bit.ly/cqnif2 . Leiam, briguem comigo, sei ... .:ver:. 2010/08/30
RT @luhtestoni: ...pintar e bordar como bem entendo. Depois de MUITA consideração e uma dor no coração IMENSA, resolvi sair e criar um e ... .:ver:. 2010/08/30