Príncipes da Disney com ar sexy, quem curte
October 20, 2009 às 16:31
por: Denny | arquivado em: desenho, humor

Matéria que saiu hoje no R7 Entretenimento: Artista israelense deixa príncipes da Disney sexy.

Nada de imagens infantis e coloridas. O artista israelense David Kawena resolveu desenhar os príncipes da Disney com um ar sexy. Para isso, deixou os corpos delineados, mas sem ser bombados – na medida certa para passar força e elegância ao mesmo tempo, como você confere nas próximas imagens.

Sim, o artista é ótimo, as ilustrações ficaram ótimas, um belo trabalho artístico. Nada diz o contrário, come on, olhem os desenhos. Mas vamos analisar algumas das imagens:

Imperador Kuzco pronto pra um show de Drag Queens

Caspian e Peter, das Crônicas de Narnia. Seeeei que isso é queda de braços, seeei…

Aladim super querendo Mil e um Bofes

SÉÉÉÉXAY, ein?!

Ps.: Além da pegada rainbow dá pra perceber também como esses príncipes estão, digamos assim, avantajados. Atoron Perigon.




Ferramenta Anti-estupro
às 13:55
por: Andrezza | arquivado em: polêmica, sexo

Um dos grandes medos das mulheres é o de ser estuprada, correto? Experiência traumática e asquerosa, nunca conseguimos evitá-la simplesmente através de políticas públicas, o que trouxe uma reação por parte da sul-africana Sonnet Ehlers. O resultado foi a criação do Rape-axe: uma espécie de camisinha feminina, usada como um absorvente interno, com lâminas do lado de dentro. O produto permite a penetração normalmente, porém na hora da retirada a dor é tão excruciante que o estuprador teria que dirigir-se a um hospital para tirá-lo, facilitando a sua identificação por parte da polícia. Você pode ver a demonstração gráfica aqui.

Aplaudida por alguns, criticada pela maioria, Ehlers diz ter tido a idéia após testemunhar um estupro e a vítima ter-lhe dito que gostaria de “pelo menos ter dentes lá embaixo”. As críticas se concentram na medievalidade do objeto, comparando-o aos cintos de castidade e apontando a falta de entendimento acerca do fenômeno do estupro. Além do fato de a mulher ter que usá-lo o tempo todo, já que estupro não tem hora pra acontecer, muitos dizem que o uso poderia acarretar na morte da vítima pelo estuprador, em um momento de cólera por perceber o que aconteceu. O que a criadora diz é exatamente o contrário: que o estuprador estaria tão concentrado no que aconteceu que a vítima teria chance de fugir – além de que a camisinha a protegeria de doenças venéreas e gravidez provenientes do ato.

Entendo de onde vem isso tudo. Ehlers mora no país de maior número de estupros por ano, e a impotência certamente é o aspecto mais revoltante em um estupro, mas talvez seja demais colocar a responsabilidade de defesa nas mãos das mulheres. A responsabilidade de proteger nossas vidas do ataque de outrem é do Estado, mas como exigir que as mulheres esperem sentadas por isso em um país em que o terror pela prática é constante? Também acho a idéia grotesca, torturadora, medieval, mas não culpo quem faça uso do rape-axe, é praticamente um spray de pimenta mais perigoso (até porque ele não traz danos permanentes ao estuprador, só deixa cicatrizes).

E você, o que achou da idéia? Usaria, mesmo correndo riscos?