Meia-calça
June 29, 2009 às 17:37
por: Loli | arquivado em: beleza, moda, momento mulherzinha

Eis que o inverno chegou no hemisfério sul e, praquelas que não querem deixar as pernas escondidas até o frio passar, as meias-calça – e variações – estão aí. E com tudo, diga-se de passagem.

Das mais neutras às coloridas, estampadas e até como alternativa pra quem queria ter uma tatuagem mas os pais não deixaram mesmo eu tendo trocado uma viagem e um piercing por isso não a fez por qualquer motivo, as meias aparecem na tevê, nas passarelas, nas ruas e com uma variedade de modelos suficiente para que cada uma possa usar da maneira que achar melhor de acordo com seus próprios gosto e corpo!

1. Diversos modelos em Gossip Girl

2. Tatto socks (que eu totalmente usaria não fossem os desenhos nada a ver comigo)
3. Estampadas
4. Coloridas
5. Suri linda e absoluta [/stefhany] usando as pretas convencionais (detalhe pros óculos phynos)
Suri Cruise

Eu tenho encontrado vários modelos em qualquer lugar que vou. Mesmo faltando vestidos/shorts/saias no meu armário pra eu usar nesse inverno, comprei uma canelada, uma com listras, uma xadrez e desenterrei a minha eggplant que eu tenho desde 2003, lol. Sem contar que elas não se limitam a estação fria, garantindo assim seu lugar como peça-chave em qualquer guarda-roupa (desculpa pai, desculpa Brasil, mas eu “se-recuso-me” a escrever guardarroupa).

Mais aqui, aqui e aqui.




Aqui priorizamos o que é bom!
June 26, 2009 às 23:23
por: Luh | arquivado em: cinema, resenhas

O longa é Jean Charles, dirigido por Henrique Goldman, e tem Selton Mello no papel principal.

O filme narra a história de Jean Charles de Menezes, o mineiro morto com sete tiros na cabeça pela polícia britânica em 2005, na estação de metrô de Stockwell, no sul de Londres.

Pouco se sabe sobre o Jean Charles, afinal, o rapaz só ficou conhecido graças a tragédia. E é esse lado que o filme retrata, o lado desconhecido. Mas o que notei, foi uma tentativa de “mitificação” do cara. Sabe aquilo que os livros de história fizeram com o bom e velho Tiradentes?? O “nosso” Cristo? Então, mais ou menos isso.

As cenas são apelativas demais! O rapaz era o bom, fodão, que passou a perna no chefe, mas ajudava todo mundo! ¬¬’ Sem contar nos momentos finais, quando uma músiquinha tirada do “Clássicos dos infernos” começa a tocar sem parar!!

E nem venham me dizer que “o filme é bom porque retrata em partes a realidade dos imigrantes em Londres…”. É por isso que ele é bom?? Sinceramente? Prefiro assistir um filme por causa da sua qualidade cinematográfica e/ou literária.

O cinema brasileiro tem sido uma vergonha [pra não dizer merda] hoje. Só tem realismos que se mistura com o políticamente correto, e agora, sexualidade, cor de pele [...] não tem conteúdo! Produzem medíocridades, fazem badalações na mídia, “compram” o público e acham que isso é fazer cinema??? Colocam um ator global, vários tiros, palavrões, e acham que está ótimo??
Quando queremos fazer música, qual o primeiro passo?? Ouvir música! Querendo escrever poemas?? Ler livros!!
Se quer fazer cinema, vai ao cinema, veja filmes que já foram feitos e aprenda o que é cinema! Nesses casos, o conhecimento técnico não é suficiente.

É uma pena, por que o cinema brasileiro podia ser muito melhor se não fosse tamanha apelação.

E isso é só uma questão de opinião…




Perez Hilton X Will.i.am
June 23, 2009 às 6:00
por: Andrezza | arquivado em: fofoca, vergonha alheia

Na madrugada de ontem, o Perez Hilton, blogueiro mais famoso e venenoso dos Estados Unidos, deu início a um barraco que tomou conta de Hollywood: ele diz ter sido agredido fisicamente por um membro da equipe de Will.i.am, integrante do Black Eyed Peas.

Tudo aconteceu após o Much Music Awards 2009, que rolou ontem no Canadá. O Perez chegou na Fergie, que também é do Black Eyed Peas e bem amiga do Will.i.am, e falou mal dela. Ela, então, contou pro seu amigo, que foi tirar satisfações com o cara.

Aí rolou a cena:

Aos 0:36 pode-se ouvir o blogueiro falando na cara do Will: “you’re not a fucking artist… you’re a fucking faggot! (você não é um artista… você é uma bicha!).” Aos 0:39, já vê-se uma mão em direção ao Perez, mas não dá pra ver de quem era.

Aí o Perez foi pro hotel e postou no seu twitter: “Fui agredido pelo Will.i.am e seus seguranças. Estou sangrando. Por favor, preciso prestar queixa, não estou brincando”, enquanto ligava para a polícia e falava com seus advogados.

No dia seguinte, ele postou sua versão da história no seu site. Lá, ele paga de inocente perseguido que não gosta de confusão e tá profundamente ofendido para toda a eternidade, além de xingar muito o Will. Ele diz que nada justifica violência e que isso foi muito anti-profissional. Mas fazer fofoca venenosa for a living é profissional e ético, né, Perez? Então tá.

Depois, o Will postou vídeos com a sua versão (aqui e aqui), e chegou a fazer uma conta no twitter só pra poder revidar as acusações.

E aí, o que vocês acham? Eu não sou a favor da violência, óbvio, mas nem todo mundo agüenta um cara falando essas coisas na sua cara. Pra mim, violência psicológica é muito pior do que violência física, e nesse ponto eu não culpo quem não contenha seus impulsos. É fácil demais provocar, provocar, provocar, e esperar que o outro fique de braços cruzados. Mas é sempre bom lembrar que a gente nem sabe ainda se foi o Will, ou alguém da sua equipe, quem fez isso. Só o tempo dirá.

Ps: Cês sabem que tá rolando uma campanha pra todo mundo esverdear a foto do twitter como sinal de colaboração para com o Irã, né? Pois o John Mayer, há três horas, deixou o seu avatar rosa, supostamente fazendo referência ao Perez. HAHAHAHAHA.

Fiquei aqui acompanhando o papo que acabou surgindo entre os dois, e que resultou no Perez se fazendo de vítima de novo e no John criando o #perezisokbyme (que já tá nos trending topics) e o chamando de dumb shit. Mas o legal mesmo foi a ajuda que o John ofereceu: @johncmayer @perezhilton I also want to train you in an old martial art called “Never Call A Black Dude a Faggot Jitsu.”

LOL.




Anjos & Demônios
June 18, 2009 às 0:48
por: Luh | arquivado em: cinema, livros, resenhas

Filme adaptado de livro é sempre um assunto complicado. Ainda mais quando o livro foi (ou está sendo) um sucesso, e as expectativas quanto à versão para o cinema são grandes. Foi assim com O Senhor dos Anéis, é a cada Harry Potter lançado, com a saga Crepúsculo e com os livros de Dan Brown. Aliás, esse é o assunto do post de hoje.

Depois de um mês, eu finalmente tomei coragem e fui conferir Anjos e Demônios. Esse foi o último livro do Dan que eu li, terminei há menos de 1 mês, então a história ainda estava bem “fresca” na cabeça. Resumindo bastante a história, Robert Langdon e a cientista Vittoria Vetra se envolvem com a sociedade secreta Illuminati, que roubou uma substância muito perigosa, a antimatéria, e planeja explodir o Vaticano justamente quando um novo papa está sendo escolhido. A expectativa era se esse seria melhor que O Código Da Vinci, que na minha opinião, o filme ficou bom, mas a adaptação deixou um pouco a desejar. Vou analisar primeiro a adaptação então.

Anjos já começa totalmente diferente do livro, e se você não leu, não vai entender direito o que está acontecendo. Aliás, a partir dos créditos iniciais, tudo é muito diferente do livro. Eu não posso entrar em detalhes porque muita gente ainda não viu e/ou leu, então não vou estragar. Mas me decepcionei com várias coisas, trechos totalmente diferentes do livro, que muitas vezes faziam pouco sentido, acontecimentos alterados e personagens que simplesmente não apareceram no filme. Talvez a maior decepção tenha sido com a revelação do culpado que meio que perdeu o sentido no filme. Faltaram muitas explicações. Mas por outro lado, houve várias coisas novas no filme que não estavam no livro, e eu até curti bastante.

Mas pra curtir o filme, tem que esquecer que ele é uma adaptação, esquecer que há um livro mil vezes melhor por trás de tudo e curtir o filme em si, como se fosse qualquer outro, é isso que eu tento fazer com adaptações, depois de ter passado muito nervoso já. O filme é ótimo, as locações, as cenas, as seqüências da caça aos cardeais e à antimatéria são muito bem feitas, a cena da primeira aparição pública do novo papa me arrepiou. Tom Hanks me convenceu de novo como Robert Langdon, assim como no Código, e Ewan Mcgregor está ótimo (e lindo, diga-se de passagem) como o Camerlengo. É um filme que eu com certeza quero ver de novo e talvez comprarei o dvd quando estiver em promoção. Dou nota 7,5 pelos deslizes da adaptação. Nesse aspecto o Código Da Vinci levou a melhor, tem nota 8 pra mim. 1 X 0 pro Código, mas essa já é outra história. Dá só uma espiada em Anjos então:




Por Favor, Salvem o Vampiro
June 16, 2009 às 13:16
por: Luh | arquivado em: como?, fofoca

Pois então, estava Robert Pattinson (Edward Cullen-Crepúsculo…you know, pro caso de você ter passado o ano passado em coma) caminhando tranquilo, feliz e contente (suposição minha) para o trailler, nas filmagens do seu novo filme “Remember Me”, quando me aparecem umas fãs malucas e pulam no coitado como se não houvesse amanhã!

E ainda dizem que o povo de Nova York tá tão acostumado com as celebridades na rua que nem ligam mais…AHAN, eu percebi.

Eu, no lugar dele, começaria a bolar umas técnicas de fuga, como gritar “fogo” ou “olha lá os Jonas Brothers”, porque tá difícil…e considerando que no fim do ano sai “Lua Nova”, a tendência é piorar…

Dá só uma olhada no pandemônio: